quinta-feira, 28 de maio de 2026

Abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA) - 27/05/2026

Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a Sessão Solene de abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA), que acontecerá até o dia 30/05/26.
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.



A estudante da EJA do Itapoã, Rebeca Santos, ressaltou o tema desta edição do encontro: “O Direito dos Trabalhadores e das Trabalhadoras a uma Educação Emancipatória: Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”. Ela chamou atenção para problemas como o subfinanciamento, o fechamento de turmas e a falta de materiais didáticos.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.



Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação.Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA).
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.
A estudante da EJA do Itapoã, Rebeca Santos, ressaltou o tema desta edição do encontro: “O Direito dos Trabalhadores e das Trabalhadoras a uma Educação Emancipatória: Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”. Ela chamou atenção para problemas como o subfinanciamento, o fechamento de turmas e a falta de materiais didáticos.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.
Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação.Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA).
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.
A estudante da EJA do Itapoã, Rebeca Santos, ressaltou o tema desta edição do encontro: “O Direito dos Trabalhadores e das Trabalhadoras a uma Educação Emancipatória: Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”. Ela chamou atenção para problemas como o subfinanciamento, o fechamento de turmas e a falta de materiais didáticos.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.
Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação. 
Participaram pelo CEPAFRE: Gilberto Ribeiro do Nascimento, Luciano Matos, Magnólia Pereira de Moura, Maria Madalena Tôrres, Paulo Roberto Queiroz Aráujo, Pedro de Oliveira Lacerda, Waldek Batista dos Santos.
Para saber mais, acesse o link da materia - Abertura do XIX ENEJA reúne educadores, estudantes e representantes de instituições na CLDF: https://www.cl.df.gov.br/-/abertura-do-xix-eneja-reune-educadores-estudantes-e-autoridades-na-cldf





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