Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a Sessão Solene de abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA), que acontecerá até o dia 30/05/26.
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.
Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação.Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA).
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.
A estudante da EJA do Itapoã, Rebeca Santos, ressaltou o tema desta edição do encontro: “O Direito dos Trabalhadores e das Trabalhadoras a uma Educação Emancipatória: Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”. Ela chamou atenção para problemas como o subfinanciamento, o fechamento de turmas e a falta de materiais didáticos.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.
Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação.Na noite de quarta-feira (27/5/26), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou a abertura do XIX Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA).
A solenidade foi presidida pelo deputado Gabriel Magno (PT), presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, e contou com a presença de autoridades, representantes de instituições de ensino, movimentos sociais e delegações de diversos estados do país.
Durante sua fala, Gabriel Magno destacou a importância da aprovação dos planos estaduais, distrital e municipais de educação para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ele, é necessário valorizar os profissionais da área, garantir a gestão democrática e construir currículos mais inclusivos. O deputado também defendeu que a EJA faça parte da formação dos cursos de licenciatura. “Não é possível formar profissionais sem garantir essa formação específica”, afirmou.
A estudante da EJA do Itapoã, Rebeca Santos, ressaltou o tema desta edição do encontro: “O Direito dos Trabalhadores e das Trabalhadoras a uma Educação Emancipatória: Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos nos Territórios”. Ela chamou atenção para problemas como o subfinanciamento, o fechamento de turmas e a falta de materiais didáticos.
Rebeca também defendeu melhores condições para os estudantes da modalidade, como alimentação noturna de qualidade, passe livre estudantil, creche noturna para mães e integração da EJA com a educação profissional. “A solução começa quando a EJA deixa de ser tratada como algo secundário”, destacou.
O secretário de Finanças da CNTE, Cláudio Antunes, afirmou que a redução das matrículas está ligada à falta de políticas de permanência, como creches para os filhos dos estudantes. Para ele, é necessário fortalecer essas políticas para combater o que chamou de “fábrica de analfabetismo”.
A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, destacou a importância da articulação da EJA com outras políticas públicas para garantir a permanência dos estudantes. Ela também falou sobre a inclusão do debate da EJA no curso de Letras da universidade e afirmou que pretende ampliar essa discussão para outras licenciaturas. “A educação pública é promotora de transformação social”, declarou.
Representando a Diretoria de Políticas de Educação de Jovens e Adultos da SECADI/MEC, Ana Sanchez falou sobre as políticas públicas voltadas para a EJA, destacando o valor-aluno, que foi equiparado ao das demais modalidades de ensino, além das ações desenvolvidas pelo Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA.
Na sequência, as professoras doutoras Cláudia Borges e Adriana trouxeram reflexões sobre a trajetória da EJA desde a Resolução nº 1, de 2000. Elas abordaram a necessidade de atualização das Diretrizes Operacionais da EJA e destacaram o trabalho de articulação realizado por Cláudia Borges durante sua gestão, envolvendo diálogos com municípios e estados, além da realização de audiências públicas e outras ações coletivas.
Os esclarecimentos apresentados tiveram como objetivo motivar os grupos de trabalho que ocorreriam no dia seguinte.
Desde 1999, o ENEJA busca fortalecer a articulação nacional dos Fóruns de Educação de Jovens e Adultos, promovendo o diálogo entre sociedade civil e poder público sobre políticas para a modalidade.
As atividades desta edição acontecem entre os dias 27 e 30 de maio, na Contag, no Núcleo Bandeirante- DF, e incluem mesas-redondas, grupos de trabalho, debates, plenárias e apresentações culturais. Entre os principais temas discutidos estão a relação entre a EJA e o mundo do trabalho, além dos desafios para a implementação do Sistema Nacional de Educação e dos planos estaduais, municipais e distrital de educação.
Participaram pelo CEPAFRE: Gilberto Ribeiro do Nascimento, Luciano Matos, Magnólia Pereira de Moura, Maria Madalena Tôrres, Paulo Roberto Queiroz Aráujo, Pedro de Oliveira Lacerda, Waldek Batista dos Santos.
Para saber mais, acesse o link da materia - Abertura do XIX ENEJA reúne educadores, estudantes e representantes de instituições na CLDF: https://www.cl.df.gov.br/-/abertura-do-xix-eneja-reune-educadores-estudantes-e-autoridades-na-cldf


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