A Formação teve início às 19h22, com Madalena Torrês dando as boas-vindas a todos os presentes e reforçando a importância da formação junto ao Projeto LER. Em seguida, Adriana relatou alguns informes necessários: ausência/falta nos encontros formativos e também nos Círculos de Cultura, nos quais se deve satisfação aos organizadores do projeto, dando ênfase à necessidade de justificar as ausências, pois todos possuem problemas pessoais. Adriana e Madalena reforçaram o cuidado com os materiais pedagógicos, no caso específico os cartazes das palavras geradoras. Madalena orientou oficinas para recriar os cartazes. Na turma das educadoras Glória e Marina, elas relataram alguma dificuldade em manter os círculos nos encontros formativos e informaram que muitos educandos possuem problemas de visão, o que impossibilita o formato freiriano. Madalena sugeriu que, no momento de debate, permanecessem em círculo, e no momento de escrita, em pequenas fileiras, para não entrar num modelo tradicional. Magnólia reforçou novamente a importância de cumprir as 15h, incluindo as formações de sexta-feira, e que muitos educadores não estão seguindo os planejamentos produzidos e orientados por Adriana. Novamente com as educadoras Glória e Marina, foram relatadas situações de alfabetizandos com atestado médico, situações que envolvem registro de presença. Isso será verificado nas próximas reuniões de segunda-feira. Relataram também problemas de uma educanda especial e de sua tutora legal; elas se disponibilizaram a levá-la ao Cras. Foram distribuídas as fichas para autorização de imagens e vídeos. A partir das figuras entregues por Madalena, os educadores foram desafiados a criar uma história. Entre alguns pontos turísticos da Ceilândia, como a Feira da Ceilândia, a Caixa d'Água e a Casa do Cantador, junto com imagens que geram a crítica, como ônibus lotado, asfalto esburacado, morador de rua, esgoto derramando e manifestações, a atividade em si propôs: leitura da imagem, oralidade, escrita da palavra e reflexão crítica.