sexta-feira, 20 de março de 2026

2º dia de Formação Inicial do Cepafre promove integração e aprendizado

Na noite de 19 de março de 2025, aconteceu o 2º dia de formação inicial para educadores e alfabetizadores de jovens e adultos do Projeto de Extensão da Universidade de Brasília (UnB). A atividade foi coordenada pelo professor Dr. Erlando da Silva Rêses, em parceria entre o Cepafre e a UnB/DEX/FE.

A programação teve início às 19h15 com um lanche coletivo, momento de acolhida que antecedeu as apresentações das novas alfabetizadoras. Em seguida, o grupo ouviu o rap “Filhos da Revolução”, de autoria de Donizethe Batista Marques, em homenagem ao Cepafre.


Durante o encontro, foi destacada a importância de acompanhar o Cepafre nas redes sociais (Facebook e Instagram) e de seguir as orientações do curso no grupo de WhatsApp.

A educadora Adriana conduziu uma atividade baseada na leitura recomendada daquela noite, retirada do Caderno Alfabetizar é Libertar. A proposta foi realizada por meio da dinâmica da “batata quente”: foram elaboradas 10 perguntas, colocadas em uma caixinha. Enquanto o rap do Cepafre tocava, a caixinha circulava entre os participantes. Quando a música parava, a pessoa que estivesse com a caixinha sorteava uma pergunta e a respondia. Em caso de dificuldade, poderia pedir ajuda a um colega.

Madalena Tôrres, uma das organizadoras do Caderno, participou da atividade com ponderações e esclarecimentos ao longo do processo.

Para encerrar, Adriana propôs um momento de avaliação. O grupo expressou, de forma positiva, sua percepção sobre o aprendizado relacionado à temática do Caderno e a condução da equipe.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Cepafre retoma Formação Inicial de alfabetizadores de 2026

Na noite do dia 18 de março de 2025, aconteceu o primeiro encontro da formação inicial para e alfabetizadores de jovens e adultos do Projeto de Extensão, uma parceria entre o Cepafre e a UnB/DEX/FE, sob a coordenação do professor Dr. Erlando da Silva Rêses.


A acolhida começou com um lanche compartilhado, seguido de um momento de apresentação de todos e todas. Em seguida, o grupo ouviu o rap “Filhos da Revolução”, composição de Donizethe Batista Marques, em homenagem ao Cepafre.

Na sequência, foram entregues as pastas com os materiais básicos do curso. Pedro Lacerda informou sobre o andamento do projeto Linguagem do cinema na alfabetização de jovens e adultos - 2ª edição. Logo depois, Madalena Tôrres coordenou um debate sobre o analfabetismo no Brasil, partindo de três questões: quem são as pessoas não alfabetizadas? Por que não foram alfabetizadas? E o que muda em suas vidas quando se alfabetizam?

O debate foi intenso e contou com contribuições das coordenadoras Adriana Dias de Freitas e Magnólia Silva. As reflexões do coletivo foram bastante pertinentes em relação à temática proposta.

Para encerrar, a arte-educadora Nina Fernandes recitou a poesia “Colcha de Retalhos”, de sua autoria.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Projeto Andanças chega em Ceilândia

 Na tarde do dia 6/3/2026 (sexta-feira), Ivanete Silva, Madalena Tôrres e Pedro Lacerda, representantes do Movimento Popular por uma Ceilândia Melhor – Mopocem e do Centro de Cultura e Educação Popular Paulo Freire de Ceilândia – Cepafre participaram da abertura do Projeto Andanças, coordenado por Wilde Cardoso Gontijo e outros integrantes da Associação Andar a Pé. A iniciativa é resultado de uma parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). 



O Projeto Andanças, chega a Ceilândia após passagens por Planaltina, Gama e Taguatinga. A ação busca unir cultura, história, mobilidade urbana, meio ambiente e direito à cidade por meio de experiências itinerantes e interativas, com o objetivo de fortalecer laços comunitários e ampliar o diálogo sobre desafios urbanos na maior cidade do Distrito Federal. Em Ceilândia, o projeto conta com o apoio do Cepafre e do Mopocem e tem o objetivo de compreender o que a população pensa sobre a mobilidade urbana. A programação inclui exposições em escolas públicas e a exibição de filmes com entrevistas muito interessantes realizadas com crianças e adolescentes.



Durante o encontro, tivemos uma grata surpresa ao encontrarmos o senhor Jarlisson Lima, responsável pelo Setor de Controle e Acompanhamento às Medidas Alternativas – Sema no MPDFT em Ceilândia, que também participava do evento. Aproveitamos a oportunidade para conversar com ele e com a promotora Laís Cerqueira, que nos recebeu com muita atenção e cordialidade. Ela comentou que conhece bastante o Projeto Promotoras Populares Legais, e então falamos sobre o artigo que o professor José Geraldo de Sousa Junior escreveu a respeito de sede do Cepafre. A promotora se interessou bastante pelo tema e pediu que enviássemos o artigo para o seu WhatsApp. Assim fizemos, dando início a mais um importante diálogo e parceria.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Cepafre retoma o trabalho de formação de alfabetizadores para 2026

No último dia 23 de fevereiro de 2026, o Centro de Cultura e Educação Popular Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre) retomou os trabalhos de formação de seus alfabetizadores para o projeto que será realizado ao longo do ano. A reunião marcou a retomada das atividades pedagógicas e contou com a participação da coordenação pedagógica e dos alfabetizadores que atuarão neste ciclo.

A abertura do encontro foi conduzida por Magnolia Moura e Adriana de Freitas, que propuseram uma dinâmica de integração e autoconhecimento. Cada participante teve uma folha de papel fixada nas costas e os colegas escreviam qualidades que percebiam uns nos outros. Ao final, todos se sentaram e se apresentaram utilizando as palavras escritas, como “alegre”, “comprometida”, “responsável” e “compromissada”. A atividade promoveu um ambiente acolhedor e fortaleceu os vínculos entre a equipe.

Na sequência, Madalena Tôrres e Pedro Lacerda, representantes da diretoria, iniciaram a pauta  com informes sobre o andamento da organização da sede do Cepafre. Foram apresentadas as obras já concluídas e as que ainda estão pendentes, além das tratativas com a Secretaria de Cultura.

Madalena deu continuidade abordando a importância da busca ativa de alfabetizandos. Ela explicou detalhadamente o processo de preenchimento da ficha de matrícula, destacando a necessidade de todos os dados serem preenchidos corretamente. Em seguida, cada alfabetizador compartilhou suas experiências com a busca ativa, trazendo reflexões sobre como abordar os futuros alunos — seja nas ruas ou em suas casas — de maneira respeitosa e eficaz.

Outro ponto de destaque foi a função do observador nas turmas que serão abertas. Madalena ressaltou a importância de ter um alfabetizador preparado para dar continuidade às próximas turmas que surgirem ao longo do processo, garantindo assim a sustentabilidade do projeto.

A reunião também definiu as localidades onde as turmas serão abertas e como será realizada a busca ativa em cada região. Para apoiar essa mobilização, Pedro anunciou que o Cepafre irá patrocinar a produção de faixas informativas para serem colocadas em escolas, associações e instituições parceiras. Além disso, será contratado um carro de som para divulgar os locais das turmas, com endereços e telefones para contato, além de um intenso trabalho nas redes.

A formação foi um momento rico de troca, planejamento e fortalecimento da rede de educadores populares. Com ações integradas e estratégias de comunicação, o Cepafre se prepara para mais um ano de lutas e conquistas pela alfabetização de jovens, adultos e idosos em Ceilândia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Cepafre apresenta sua sede, um marco da educação popular em Ceilândia!

No último sábado, dia 21 de fevereiro de 2026, o Centro de Cultura e Educação Popular Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre) viveu um dia inesquecível: a apresentação da sua sede, localizada na EQNO 12/14 Lote C, em Ceilândia-DF.


Foi uma tarde de celebração, um momento para honrar uma jornada construída por muitas mãos. Educadores populares, estudantes, parceiros, amigos e uma comunidade engajada se reuniram para reafirmar a crença na força transformadora da educação popular.

Depois de 36 anos de luta, sonhos e um incansável trabalho coletivo, ver o novo espaço repleto de pessoas que acreditam e apoiam o projeto do Cepafre foi, sem dúvida, emocionante. Cada presença calorosa, cada abraço recebido e cada palavra de apoio são a prova viva de que o Cepafre segue atuante, forte e cada vez mais necessário para a nossa comunidade.

A diversidade dos participantes ressaltou a importância e o alcance do nosso movimento: contamos com a representação de sindicatos, associações, movimentos populares e culturais. Tivemos a honra de receber parlamentares, representantes da Universidade de Brasília (UnB), além de nossos queridos alfabetizadores, alfabetizados, colaboradores e associados. A presença de todos encheu nossos corações de alegria e esperança.


 Nosso mais profundo agradecimento a todas e todos que estiveram conosco neste momento tão especial e a todos que, dia após dia, caminham junto com o Cepafre, ajudando a manter viva a chama da educação popular inspirada nos princípios de Paulo Freire. Juntos, continuaremos construindo um futuro mais justo e consciente!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Assembleia Geral do Cepafre aprova novo estatuto

 

No último sábado, 31 de janeiro de 2026, o Centro de Educação Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre) realizou sua Assembleia Geral Ordinária, com um objetivo central: discutir e votar as alterações propostas para o seu estatuto social. O encontro aconteceu na nossa nova sede, localizada na EQNO Comércio 12/14, Lote C, em Ceilândia Norte e contou com a presença de associados e associadas, além de assessoria jurídica.

A reunião, iniciada às 14h45 sob a presidência de Pedro Lacerda que seguiu uma pauta focada na atualização do estatuto. O presidente explicou a dinâmica do dia: leitura da proposta de reformulação, acolhimento de destaques (sugestões de mudança) dos presentes, apreciação e votação de cada ponto.

A importância da revisão estatutária foi destacada por Madalena Tôrres, que relacionou as mudanças à capacidade do Cepafre de superar obstáculos que impediam a realização de projetos. Waldek Batista dos Santos reforçou esse ponto, explicando que o novo estatuto é crucial para viabilizar parcerias e projetos junto ao setor público.

Processo de Discussão e Votação

Após a exposição inicial, deu-se início à leitura detalhada dos artigos alterados. Os associados puderam se inscrever para apresentar suas considerações e sugestões de modificação em pontos específicos. Em seguida, o presidente conduziu a análise e a votação de cada destaque apresentado, garantindo um processo democrático e transparente.

Com a discussão esgotada, foi realizada a votação final para a aprovação integral do novo estatuto, que foi aprovado por consenso por todos os associados presentes. Vale enfatizar que houve alteração do nome da entidade, que passará a se chamar Centro de Cultura e Educação Popular Paulo Freire de Ceilândia, mantendo a mesma sigla, Cepafre

Presentes na Assembleia: Alisson Costa, Edmilson de Melo, Gilberto Ribeiro, Iramir Santos, Luciano de Matos, Magnolia Moura, Madalena Tôrres, Marilda Medeiros, Marlete Fernandes (Nina), Marize Rocha, Nelson Sobrinho, Pedro Lacerda, Sandra Cordeiro, Vânia Nascimento, Viridiano Brito e Waldek dos Santos.

A assembleia também contou com a assessoria do advogado Geraldo da Silva.

A aprovação do novo estatuto marca um importante passo para o Cepafre, atualizando suas diretrizes e potencializando sua atuação em prol da cultura e da educação popular.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

8ª Reunião do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Comitê de Bacia do Rio Paranaíba

Na última quinta-feira, 29/01/2026, representantes do Movimento Salve Arie JK, da Comdema de Ceilândia e do Centro de Educação Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre) participaram, como convidados, da 8ª Reunião do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Comitê de Bacia e recursos Hídricos do Rio Paranaíba.


O encontro foi um momento para compartilhar as experiências e ações de educação ambiental já realizadas nos nossos territórios. O foco enfatizado foi claro: a educação ambiental é muito mais do que transmitir conhecimento; é uma poderosa ferramenta de transformação social e comportamental, essencial para mudar nossa relação com os recursos hídricos que nos cercam.

O centro do debate foi a construção de um plano de ações concretas de educação ambiental para a Bacia do Rio Melchior. A reunião destacou que a recuperação do rio só será possível com a união de forças entre poder público, organizações da sociedade civil e, principalmente, a comunidade diretamente impactada.

Foram traçados objetivos fundamentais para guiar as próximas ações:

1. Implementar estratégias e práticas sustentáveis para revitalizar as águas do Rio Melchior.

2. Estimular a participação ativa dos moradores, criando um senso coletivo de pertencimento e corresponsabilidade pelo meio ambiente.

3. Potencializar resultados por meio da parceria sólida entre todas as instituições e a população.

4. Estabelecer indicadores para avaliar a eficácia das ações, garantindo transparência e compromisso de todos.



Uma das ideias mais animadoras discutidas foi a criação de um "Comitêzinho" da Bacia do Rio Melchior, formado por alunos de escolas públicas e jovens da comunidade. Essa iniciativa visa plantar a semente da cidadania ambiental desde cedo, formando uma nova geração de protetores e guardiões do rio.

A reunião reforçou, de maneira urgente, que a recuperação do Rio Melchior depende de estratégias colaborativas e do poder transformador da educação. Engajar todos os segmentos da sociedade não é uma opção, mas a única via para um futuro com água de qualidade e equilíbrio ambiental.



2º dia de Formação Inicial do Cepafre promove integração e aprendizado

Na noite de 19 de março de 2025, aconteceu o 2º dia de formação inicial para educadores e alfabetizadores de jovens e adultos do Projeto de ...