sexta-feira, 31 de julho de 2026

Oficina digital de orientação aos educadores. - 29 a 31/07

Nas tardes de 29 a 31/07 ocorreu uma oficina digital de orientação aos educadores com objetivo de se inscreverem no edital da Unifesp, para atuação no projeto LER/DF na Sede do Cepafre localizada no Setor O - EQNO 12/14.
Vários educadores que tiveram dúvidas participaram com sucesso da oficina digital com os jovens: Carlos Eduardo Moraes, Miguel Moura Mendes e Paulo Roberto Queiroz Araujo.



PodCei: diálogos que refletem Ceilândia, o Distrito Federal e o Brasil.

O PodCei constitui uma iniciativa do Coletivo CeiLutas, voltada ao fortalecimento do debate público, da formação política e da organização popular em Ceilândia. O programa reúne lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais, pesquisadores, parlamentares e militantes para discutir os principais desafios e conquistas da população do Distrito Federal. Os episódios abordam temas como saúde, educação, moradia, mobilidade, cultura, direitos sociais, participação popular e demais questões que incidem sobre o cotidiano das comunidades. Trata-se, portanto, de um espaço de diálogo construído por sujeitos que atuam cotidianamente na defesa de uma Ceilândia mais justa, democrática e com ampliação de direitos.
Iniciado em abril e realizado na sede do Cepafre, o programa possui duração aproximada de uma hora. O PodCei é um projeto oriundo da parceria entre o Cepafre, o Mopocem, o Movimento Salve Arie JK e o Comitê Popular Pe. Antônio. O objetivo consiste em conectar movimentos populares às redes sociais, tendo sido iniciado com estrutura simples, ampla disposição e base na militância.



sexta-feira, 17 de julho de 2026

Encontro com bolsistas do projeto de Extensão da UnB - Centro de Memória Viva - 16/07/2026

Na tarde de 16/07/2026, ocorreu um encontro na sala do Centro de Memória Viva (CMV), no Polo de Extensão da UnB, em Ceilândia.
Magnólia Moura, coordenadora do CMV – Ceilândia, apresentou os bolsistas da UnB, Vitor Afonso Carlos de Sousa, estudante de Filosofia, e Olavo Felipe Rodrigues de Souza, estudante de Gestão Ambiental, a Madalena Torres, diretora de Projetos do CEPAFRE, que também se apresentou. Em seguida, Magnólia convidou Madalena a falar sobre a história do CEPAFRE.
Madalena relembrou que o CEPAFRE é oriundo do Núcleo Paulo Freire de Alfabetização de Adultos, criado em 1985, e que, em 1989, a organização foi fundada. Destacou que a entidade já alfabetizou mais de 16 mil pessoas e mencionou a vinda de Paulo Freire a Ceilândia, em 1996, além dos projetos de extensão desenvolvidos em parceria com a Universidade de Brasília e de todo o apoio concedido pela UnB ao longo dos 36 anos de trajetória do CEPAFRE.
Madalena também ressaltou a importância do Centro de Memória Viva para acolher, tratar e disponibilizar, no Portal do GTPA – Fórum EJA, a documentação da EJA, da Educação popular e dos Movimentos sociais de Ceilândia.
Destacou, ainda, a relevância da juventude que vem se dedicando ao projeto do CMV e do CEPAFRE. Os estudantes fizeram perguntas sobre o funcionamento das turmas de alfabetização, a organização da modalidade EJA e a importância do trabalho desenvolvido no CMV.
Ao final, Madalena falou de sua experiência como alfabetizadora e  Magnólia agradeceu ao grupo pelo diálogo promissor.


quarta-feira, 15 de julho de 2026

Mala do Livro chega ao CEPAFRE e amplia o acesso à leitura

O Programa Mala do Livro, criado em 1991 por iniciativa das bibliotecárias Neuza Dourado e Maria da Conceição Moreira Salles, o Programa Mala do Livro é uma ação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). Atualmente, conta com mais de 300 agentes e um acervo superior a 45 mil obras, distribuídas em mini-bibliotecas domiciliares e institucionais em todo o DF.
Cada caixa-estante reúne cerca de 150 livros de diferentes gêneros e públicos. As obras podem ser emprestadas por sete dias, com possibilidade de renovação. Além de incentivar a leitura entre crianças, jovens e adultos, os agentes também promovem atividades como contação de histórias.


terça-feira, 14 de julho de 2026

II Seminário Nacional do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA – 25 e 26/06/2026

O evento contou com representantes de todo o país para socializar experiências e debater os desafios e as perspectivas da Educação de Jovens e Adultos. No primeiro dia, as professoras Maria Selma Rocha e Adriana Pereira da Silva abordaram o cenário atual do Pacto EJA e as perspectivas para a modalidade no Plano Nacional de Educação, seguindo-se trabalhos em grupos por região. No segundo dia, as propostas dos grupos foram apresentadas em plenária, com destaque para a professora Lilian Cristina da Ponte e Sousa Sena, da Dieja/SEEDF, que enfatizou a importância do CadEJA, da busca ativa, da ampliação de matrículas, da criação de Comitês de Governança Territorial, da formação continuada de professores, da expansão da oferta e de ações para permanência dos estudantes e combate à evasão, informando ainda que o decreto para implantação do Comitê no Distrito Federal será publicado em breve. 
Entre os avanços consolidados com o Pacto, destacam-se a governança interfederativa, a expansão e diversificação da oferta da EJA, a gestão por evidências com o CadEJA, a ampliação da inclusão de públicos prioritários e a consolidação das políticas de formação continuada. Para o próximo ciclo, as ações prioritárias incluem a institucionalização de um Sistema Nacional de Governança, Monitoramento e Avaliação; a universalização da oferta territorial; a consolidação da integração entre o Programa Brasil Alfabetizado e a EJA; o fortalecimento do CadEJA como ferramenta de planejamento; e a consolidação de programas permanentes de formação em serviço, territorializados e articulados às realidades locais.
Regionalmente, a Região Norte alcançou ampla adesão municipal e governança integrada, com alto uso do CadEJA para busca ativa e planejamento, além de integração robusta entre alfabetização e continuidade de estudos. A Região Sul fortaleceu parcerias intersetoriais, avançou na qualificação docente com o IFFAR e a UFPB, valorizou a EJA como política pública estratégica e expandiu o atendimento a indígenas e quilombolas. A Região Sudeste destacou-se pela articulação entre SEEDUC-RJ e UNDIME, pela retomada de matrículas, pelo fortalecimento da alfabetização e inclusão de pessoas com deficiência, pelo uso integrado do CadEJA e pela adoção de modelos flexíveis para estudantes trabalhadores e em vulnerabilidade.